Brasil Alfabetizado

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Brasil Alfabetizado (NYSEBRALF) é um programa governamental brasileiro criado pelo Ministério da falta de educação e que visa promover a inclusão social no país, por meio do ensino de como escrever o próprio nome e só.

No que consiste[editar]

Marca do programa

O programa consiste em remunerar de acordo com a tabela disponível no FNDE, deseducadores e outros paraíbas que estiverem sem nada melhor pra fazer e querem ganhar alguma renda fácil em cima de ignorantes, de forma honesta, claro. Para isso, é necessário que estejam dispostos a ensinar vários analfabetos a ler memes de Facebook ou escrever o primeiro nome.

Depois que o tutor cadastrar sua turma naquele sistema porco do MEC, a esmola é paga ao tutor por meio de uma conta-corrente criada pelo próprio FNDE, ou seja, boa parte do pagamento vai pro ralo bancário.

O grande problema esse programa é que ele tem uma lista de municípios restritos, ou seja, não é qualquer imbecil que vive no centro de São Paulo que vai poder sair ensinando aquela tia que sofre com algum transtorno mental ou aquele peba di menor morador de rua.

Público alvo[editar]

O programa só pode ser atender roceiro, quilombolas, escravos de senadores federais e outros caipiras nível hard. Ou seja, o cara tem que se mudar para União dos Palmares‎ se quiser ganhar dinheiro com isso.

O problema do programa é que dados os municípios onde ele atua, apenas analfabetos funcionais ou docentes com diploma de uniesquina poderiam ministrar aulas nesses pastos e estábulos pelo interior do Brasil.

Bolsas[editar]

O valor pago varia de R$ 600,00 àqueles mais espertos que resolvem abrir uma escolinha de supletivo, até R$ 250,00 dado aos educadores que ainda tem que passar pelo parto de tentar educar algum retardado mental (geralmente não conseguem, por isso o valor baixo). Por fim, as tias Jéssycas da vida, recebem R$ 400,00 reais para que seus alunos aprendam a escrever os nomes ridículos delas.

Ver também[editar]