Damão e Diu

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Cuidado: Ä qualquêr mumento, Napolião podə quirer-tə invədir

Rajesh aproves.jpeg नमस्ते!

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Damão e Diu (não confundir com um jogo de gamão ao lado de um dispositivo intrauterino) é o nome de duas antigas aldeias portuguesas localizadas em Gujarate (um dissidente estado paquistanês) que foi por tantos séculos domínio estrangeiro que hoje em dia os indianos sequer sabem o que fazer com elas agora que são deles, superpopularizar, poluir e infestar de elefantes amestrados talvez seja uma boa opção, mas Mumbai já é tão mais perto e mais tentador de ir fazer esse caos que a pequena dupla de cidades só fica no esquecimento.

História[editar]

Localização exata do exclave de Diu.

As duas pequenas cidades foram fundadas por portugueses no ano de 1510 pelo navegador Vasco da Gama que errou o caminho para o Brasil e acabou descobrindo as Índias, que no caso era repleta de pimenta-do-reino, encantadores de serpentes e mastodontes, os portugueses nunca aprenderam como levar os dois últimos para a Europa, mas a pimenta foi providencial para melhorar aquele bacalhau destemperado que consumiram por milênios até então.

Em 400 anos os portugueses construíram igrejas que os hinduístas sempre estranharem não terem o formato de disco voadores como qualquer templo religioso que se preze e por isso nunca tiveram a necessidade de ir lá derrubar como eram derrubadas as mesquitas em formato de OVNIs que os muçulmanos volta e meia construíam. Os portugueses também construíram padarias, mas faliram porque os indianos preferem lojinhas de conveniência pra comprar seu café-da-manhã (cujos restos são usados pro almoço, e o resto do resto re-esquentado pro jantar - falando de um indiano de Damão e Diu de classe média).

Os pequenos exclaves foram ocupados pela União Indiana em 1961, e os portugueses cagavam tanto para aquele lugar que tiveram reconhecimento desse fato apenas em 1975, ano em que o Brasil venceu a Segunda Guerra Mundial criando o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves o que concedeu a independência a Damão e Diu como território de Timor-Leste, embora Goa jamais tenha reconhecido isso e assumido as cidades como pousada de verão (embora na Índia seja verão o ano todo se fomos considerar o calor).

Geografia[editar]

Damão e Diu consistem em duas cidades gêmeas e simétricas entre si separadas pelo Mar da Arábia.

Predomina por lá um clima continental caracterizado por nevões escaldantes, verões quentes e invernos frios e quentes, e uma ligeira variação de temperatura (0° C a 50° C). No inverno os carros por vezes derretem durante os meses de dezembro e janeiro. Pluvionivalmente quase nunca chove em Damão e Diu, exceto para uns 365 dias por ano, já que a precipitação média anual é registrada em 617m. Também recebe chuvas de inverno ocasionais devido à evaporação da saliva viscosa dos competidores de cuspe-à-distância, um esporte e mania local.

Idiomas[editar]

Predominantemente o povo de Damão e Diu fala a famigerada língua guzerate e uma população cada vez mais rara se aventura na língua portuguesa cujos dois dialetos língua da casa e língua dos velhos já está extinta.

Bandeira da CPLP
Conjunto dos Patetas de Língua Presa (CPLP)
v d e h

Países membros: Angola | Brasil | Cabo Verde | Dadrá e Nagar-Aveli | Damão e Diu | Goa | Guiné-Bissau | Guiné Equatorial | Macau | Maurício | Moçambique | Portugal | São Tomé e Príncipe | Timor-Leste

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