Deslivros:A Princesa Cagona

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Um spoiler do que acontecerá neste conto.

Cquote1.png I'm the woman in the box, buried in my shit... Cquote2.png
Alice in Chains sobre A Princesa Cagona.

Este deslivro é baseado numa história real. Não que isso tenha realmente acontecido com uma princesa que se cagou, o que não é difícil de ter ocorrido, muito pelo contrário, é mais certo que uma princesa qualquer no mundo tenha se cagado que o oposto, pois cagar é algo intrínseco aos animais, e como os humanos também são animais, também cagam pra caramba, muitas vezes em lugares que não deveriam cagar. Por isso, esta história é baseada em fatos reais, pois não deve haver uma pessoa nesse mundo que não tenha cagado as calças depois da fase anal (by Sigmund Freud), que é a fase em que a pessoa, na idade de ser chamada de criança, já não caga nas fraldas. Na verdade, essa é a fase do Cquote1.png Mamãe, já acabei! Cquote2.png. Assim, baseado na real história das caganças da vida é que este deslivro foi desescrito por um outro cagão de merda.

Capítulo 1: A princesa[editar]

No reino de Fartlândia, havia uma linda princesa, loirinha e magrela, daquelas que certamente têm a buceta rosadinha, pois nasceu num país fictício da Europa, entre a Alemanha, França e Áustria, mas que não é a Suíça, mas que também pode ser em um país parecido com a Inglaterra, o importante é que seja uma monarquia europeia, então não pode mesmo ser a Suíça.

A princesa, junto de seu irmãozinho, quando ainda eram crianças.

Nesse reino, com velhos castelos e belos duelos (mas sem patos falantes, infelizmente), onde morava a tal princesa loira e branca de olhos azuis claros e partes pudendas rosadas, também havia um homem malvado que queria tomar o poder do reino e virar o monarca do país fictício europeu. Ele pensou que poderia conseguir o reino se sequestrasse a bela princesa, a qual chamaremos de Princesa Raflésia, pois flores combinam com nomes de princesas. E foi assim que ele bolou seu plano infalível.

Capítulo 2: O sequestro[editar]

Antes de realizar esse ato atroz, o homem malvado, que chamaremos de Alban Dido, pensou bem num plano, o qual não pudesse falhar. Passou anos construindo um reduto, com um quarto fechado com isolamento acústico (pra você ver como ele pensou em tudo nesse plano). O quarto ficaria bem trancado e seria impossível para qualquer pessoa ouvir os gritos de qualquer um que tivesse dentro do quarto. Ele fez o teste: entrou no quarto e gritou um monte, depois foi lá fora pra conferir se ouviria algo. Como não ouviu nadinha, concluiu que iria funcionar.

Finalmente, com o plano infalível loleilizado roteirizado, foi em busca da princesa. Montou seu cavalo negro de vilão de conto medieval, arranjou um monte de arma, enfrentou os guardas do castelo, entrou no castelo, enfrentou mais guardas, entrou na alcova da princesa, desceu do cavalo, deu um mata-leão na alteza (que estava dormindo), colocou a princesa desmaiada no cavalo, deu uma pausa pra eu respirar, montou no cavalo, saiu da alcova da princesa, enfrentou novamente os guardas do castelo (que depois seriam demitidos, tamanha a incompetência), saiu do castelo e chegou ao seu reduto secreto.

Capítulo 3: O cárcere[editar]

Parte de seu plano estava completo. Já tinha a doce princesa Raflésia em suas mãos. Colocou a princesa em seu ombro, igual um fardo de batata-doce, desceu as escadas do reduto secreto, entrou no quarto secreto do cárcere privado e jogou a princesa lá, ainda desmaiada, então deu uns tapas no rosto da princesa rosinha para acordá-la do cochilo desmaio. E então, a deixou no quarto, com pouca iluminação, bem fechado, impossível de ser encontrado. Seria seu fim? Ela não imaginava o que poderia ocorrer com ela. Pensava que seria substituída por uma sósia, que tomaria seu lugar de princesa... De onde ela tirou essa porra de ideia?

Provavelmente todos já sabem o fim dessa história cagada e o que irá acontecer com a princesa.

Enquanto isso, no lustre do castelo, o rei estava chorando pelo rapto de sua filha. Ele realmente ficava pendurado no lustre do castelo quando estava chateado, os médicos do reino já tinham dito a ele que isso era coisa de gente doida, mas ele nunca deu atenção. Cquote1.png Quem poderia ter feito isso com uma doce menina, que nunca fez mal sequer a uma mosca? Cquote2.png pensou o velho rei.

Capítulo 4: O crime continuado[editar]

No reduto secreto, Alban Dido já pensava no segundo passo de seu plano, um pedido de resgate para a princesinha, mas ele não queria ouro, joias ou desconto no Carrefour, ele queria o reino todo. Estava imaginando como seria seu reinado. Antes, precisava bolar um jeito infalível de enviar uma correspondência ao castelo.

Enquanto pensava num bom plano de envio de carta ao rei, ouviu um baita estrondo, tipo um trovão tropical. Cquote1.png Mas que porra é essa? Cquote2.png pensou o nobre bandido. Como era possível um trovão se o dia estava tão reluzente e com céu azul? Saiu pra fora (porque pra dentro ele não poderia) e conferiu o tempo. Estava tudo claro mesmo, o sorriso do céu resplandecia ao seu redor e não estava com cara de que ia desabar uma chuva. Voltou ao reduto e recomeçou a pensar em seu plano.

Novamente, enquanto pensava em algo, novamente o barulho ensurdecedor. Dessa vez parecia mais um motor de caminhão velho. Cquote1.png Mas como é possível se ainda nem inventaram caminhões?! Cquote2.png pensou corretamente o bandido. E o barulho não parava. Colocou o ouvido pra funcionar (então não estava antes?) e descobriu que o barulho de máquina de amassar cana estava vindo do quarto secreto da princesa. Quando entrou no quarto, teve uma surpresa desagradável.

Capítulo 5: A surpresa desagradável[editar]

Se o bandido tivesse colocado um banheiro, era isso que teria ocorrido.

Alban Dido abriu a porta e veio uma marofa intensa de merda, algo que ele nunca sentiu na vida, nem no dia que foi tomar banho no Rio Ganges ele sentiu um fedor tão absurdo. Por pouco o bandido não desmaia, asfixiado por esse cheiro endiabrado.

Quando a catinga já havia se dispersado um pouco e ele pôde ver o que estava acontecendo naquele quarto, quase desmaiou, mas desta vez pela situação que viu. A princesa Raflésia, doce igual um pedaço de jiló, estava toda cagada, mas muito cagada, cagada MESMO. Parecia que a jovem princesa fez um duelo contra o Muk, de Pokémon, e saiu derrotada, mas ao invés de lama, era pura merda.

Alban Dido chegou a morrer por vinte e três segundos, tamanho o susto. Depois que ressuscitou, achou que era um pesadelo. Cquote1.png Não, não, isso não está acontecendo, isso é só um pesadelo! Cquote2.png pensou ele. Era sim um pesadelo, mas real. Aquele quarto realmente estava todo cagado. E só depois que ocorreu essa Segunda Guerra Mundial de merda no quarto é que ele percebeu que esqueceu de colocar a porra de um banheiro no quarto.

Cquote1.png Caramba, esqueci de colocar um banheiro no quarto! Cquote2.png, disse o bandido, apenas repetindo algo do parágrafo anterior que já fora antecipado pelo escritor do deslivro. Cquote1.png Como pude esquecer de colocar um banheiro no quarto? Cquote2.png completou o bandido, percebendo que seu plano estava começando a ir pro ralo...

Não sejamos injustos com o bandido, quem imaginaria que a princesa teria uma diarreia tão grave assim? Acontece que a doce princesa sofria de ansiedade caganística e se cagava toda quando tinha algo que a preocupava. Alban Dido não sabia o que fazer. Será que ele devolvia a princesa toda cagada ao rei? Será que ele simplesmente deveria fugir pra Rússia e nunca mais pensar em cometer crimes?

Capítulo 6: O desfecho[editar]

Alban Dido resolveu fazer o que todo homem de verdade faria nessa situação: trancou a porta para não espalhar ainda mais o cheiro destrutivo, encostou na parede, sentou lentamente no chão, recolheu os joelhos na altura do queixo, encostou o queixo nos joelhos, abraçou as pernas e começou a chorar.

Os eficientes investigadores do rei descobriram o local secreto do cárcere (por meio de um cheiro estranho que vinha do outro lado da cidade e alcançou a cidadela), afinal eles já sabiam do que aquele cuzinho principesco inocente era capaz de soltar. Porém, não conseguiram encontrar a princesa naquele mundo de merda. O bandido foi preso, mas a princesa continua presa em algum lugar daquele universo marrom, e ninguém a encontrará mais...

Cquote1.png Será mesmo? Cquote2.png
Tragédia em Mariana sobre parágrafo acima.