Imposto sobre a transmissão de bens imóveis

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O prefeito não quer saber se você mora na periferia, parte alta ou no centro. Ele vai querer fazer oral no seu bolso de qualquer jeito.

Imposição sobre a transmissão de bens móveis e imóveis é mais um da larga lista de impostos brasileiros (e já diria o Galvão Bueno no jogo do 7x1: Cquote1.png [...] e ainda tem mais! Cquote2.png). Também conhecido pela sigla ITBI, este é uma tributação que incide sobre transmissão de bem e imóveis (né, hurr durr!) enquanto a transmissão do bem for entre vivos, não incidindo sobre heranças e leilões de imóveis que provém de algum caloteiro. Como se ainda não bastassem a mão grande dos corretores, ainda tem mais essa, restando ao comprador duas alternativas: a primeira, matar o vendedor após o ato da assinatura, o que ainda não te livrará do maldito imposto (apenas da taxa ao corretor) e poderá te fazer pegar um bom tempo de molho, ou ainda negociar diretamente com o locador (pelo menos essa evita a sangria da comissão ao corretor).

De qualquer maneira, no Brasil, o indivíduo paga imposto até depois de morto e enterrado, não tem jeito.

How Works[editar]

Cada um dos municípios brasileiros e o detrito federal) decidem como o Estado enfiará a faca para arrancar o rim do contribuinte, por meio de uma pequena alíquota cobrada em cima da venda de (como o próprio nome sugere) bens e imóveis. A taxa em si é "pequena" (até 5%), mas como no Brasil, os impostos funcionam da mesma forma que um bacanal ou um surubaço em uma casa de swing, a alíquota encavala com outros impostos e dependendo de como o bem estiver sendo transmitido, o valor pode chegar a valores obscenos, fazendo uma pequena venda virar palco de uma grande putaria de fa[c]to.

Em alguns estados, a faca é uma faquinha e dependendo do valor do imóvel, não chega a causar cócegas. Já em outros estados a faca chega a ser maior que uma peixeira, serrilhada e a prefeitura faz o favor de enfiar toda a peixeira no estômago do cidadão e fazer como uma Juicer Philips Walita faz com uma laranja, até sair o puro suco do contribuinte brasileiro.