Montevidéu

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Município de Nova Bandeira do Brasil.jpg Montevidéu

Bandeira de Montevidéu [[Imagem:{{{ImagemBrasão}}}|125 px]]

Location Montevidéu.png

LemaViva a Montevideo y a las vacas uruguayas!
Estabelecida 1724
Tipo de Governo Feudal
País Brasil
Estado De coma
Prefeito Diego Forlán
Área 1500 campos de futebol
População 100 mil brasileiros, 50 argentinos
Gentílico Montevidense ou montevideano
Hino Oid Mortales do Ipiranga


Montevidéu, ou para os mais íntimos Montebordéu, é a capital do Uruguai, também conhecido como a província brasileira da Cisplatina. Na cidade, estão concentrados quase todos os habitantes do referido país, bem como a maior parte das fábricas de doce de leite. Outro ponto relevante é a vontade imensa de ser igual à Buenos Aires, o que tira boa parte do charme da capital "charrúa".

História[editar]

A fundação de Montevidéu ocorreu em 1724, quando imigrantes das Ilhas Canárias, que haviam sido expulsos pela Inquisição Espanhola de suas terras de origem devido à prática de sodomia, chegaram àquela região infestada de índios selvagens e argentinos disfarçados como membros da Companhia de Jesus para não levantar suspeitas. Estes mesmos desterrados estiveram entre os responsáveis por colonizar e catequizar a indiaiada da região do Rio da Prata e garantir a presença espanhola por essas bandas, como coringa, no caso dos portugueses furarem o Tratado de Tordesilhas, o que acontecia toda hora.

Quando o valor dos terrenos na margem do Prata aumentou, a guerra parecia inevitável. Portugal notou que o Império Espanhol tinha muitas posses na América a ponto de poder ficar de olho em todas, e como bons mãos-de-vaca e loucos que são, resolveram tomar aquela região inteira na base da porrada ao invés de sentarem e negociarem uma compra. E a Espanha, em um momento bizarro, mandou os representantes da Companhia de Jesus construírem um forte e pegarem em armas para barrar os portugueses, e não precisamos dizer que a operação foi um total fiasco, tendo em vista que o atual Uruguai só se tornou independente do Brasil muito tempo depois, mas o que sobrou desse forte e da missão religiosa serviram de base pra criação de Montevidéu, a primeira grande cidade a surgir no meio de um enorme pasto; fato só igualado depois por Goiânia e Brasília.

Muitos anos depois, com a independência proclamada pelo General Artigas, aquela merda outrora pacata vila, viria a se tornar capital do país nascente, em 1828, depois de uma disputa de par ou ímpar guerra com o Brasil. Desde então, nada interessante aconteceu em Montevidéu, em todos os sentidos.

Economia[editar]

Um autêntico montevideano.

A região de Montevidéu, assim como o resto do país inteiro, é formada 110% por vastos campos, onde o sinal mais próximo de vida inteligente são as vacas, que calmamente pastam e dão alguma renda ao Uruguai. Inclusive, recentes estudos formulados pela Universidade Federal do Acre, à pedido uruguaio, apontam que há uma vaca para cada célula humana presente naquele país. Em quesitos industriais, a expansão foi incrivelmente ridícula. Em mais de trezentos anos de história, a produção local seguiu reduzida à doce de leite, alfajores, alpargatas, erva-mate barata e vinhos falsificados.

População[editar]

A metrópole de Montevidéu é um bom exemplo do caldeirão cultural que hoje é o Uruguai: uma mistura dos piores hábitos dos brasileiros e dos argentinos. Dos brasileiros eles imitam os gaúchos e cariocas, e dos argentinos, os porteños. Ou seja, o pior de cada país.

Lá, todo mundo copiou o maldito hábito gaúcho de andar com uma cuia de chimarrão pra cima e pra baixo, falar "tche" e pedir cacetinho.

Dos cariocas copiaram o Carnaval, e só por isso não mataram os negros da região como os argentinos fizeram. Depois do fim do carnaval, eles trancam os negões num lugar chamado Barrio Sur, de onde não saem até o próximo carnaval. Hoje 75% dos uruguaios são negros e 95% são brancos, além de 55% mestiços.

Dos argentinos copiaram a sujeira das ruas, a falta de educação e as longas melenas e a arquitetura da cidade, que parece um bonsai de Buenos Aires.

Por ficar num entroncamento estratégico na Bacia do Prata, é comum você andar por aqueles lados e trombar com algum muambeiro brasileiro que veio ver o Nacional do Uruguai apanhar do Corinthians ou tropeçar num argentino que veio ver o clube supracitado tomar uma surra do Boca Juniors.

Cultura e Turismo[editar]

Chamam atenção, na cidade, as mais de oito mil estátuas do General José Artigas. Em cada praça, agência bancária, prédio público, shopping, bordel ou boca de fumo, está lá o sujeito, que é venerado como Deus pelos uruguaios. Outra coisa adorada sem restrições pela população local é o pancho, lanche vagamente semelhante ao cachorro quente, mas com aparência e gosto duvidosos. Ou seja, ambas as alternativas supracitadas podem causar-lhe certo enjoo.

Saudável culinária montevideana.

Uma característica inesquecível de Montevidéu é o consumo de mate. É uma regra subentendida: andar sem uma térmica e uma cuia nas mãos, é uma ofensa imperdoável ao sentimento local. Caso uma pessoa, mesmo que esta esteja sangrando, saindo pus, com lepra, tiver nadado em um esgoto, ou demais coisas escrotas, lhe oferecer um mate, aceite de bom grado e corra ao hospital depois.

A Avenida Dieciocho de Julio reúne os principais pontos de visitação turística da cidade, como a pornográfica réplica da estátua de David, de Michelângelo, que reúne, em suas cercanias, um público amante das artes greco-romanas. Também encontra-se a Plaza Cagancha, a qual provoca medo em se pensar o porquê desse nome. Ao final da avenida, encontra-se a Plaza Independencia, onde está construído o Palacio Salvo, que já foi o prédio mais alto na América Latina, na época em que a economia do país valia alguma coisa. Na praça, uma estátua - adivinhe - de Artigas, e a Puerta de La Ciudadela, que marcava o início da cidade antiga, que era rodeada por uma muralha, destruída por um rebanho bovino acometido pela vaca louca.

Milésima estátua de Artigas.

Um ponto que merece ser visitado é o Estádio Centenário, palco da primeira Copa do Mundo de futebol. Como o futebol uruguaio vive de passado, as autoridades nacionais firmaram compromisso de nunca mais reformar o local, mantendo o gostinho das vitórias conquistadas ali, em 1930. Outro local imprescindível, logicamente, é o Rio da Prata. Algo interessante de se fazer neste lugar, sem dúvidas, é urinar e eliminar demais dejetos e porcarias na água, torcendo para que o movimento das águas mande tudo para a outra margem.

Tango[editar]

Existe uma certa indefinição quanto a verdadeira origem deste ritmo musical. O escritor argentino Carlos Tevez, após anos de pesquisas historiográficas, concluiu que a dança só poderia ter surgido nos prostíbulos de Montevidéu ou Buenos Aires.

Porém, a capital argentina acabou levando toda a fama, o que deu um ar totalmente melancólico à capital do Uruguai. Hoje, os dançarinos e dançarinas de pior qualidade apresentam-se em Montevidéu.