Programa Luz para Todos

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Programa Luz para quase Todos, antigo Luz no Campo é mais um dos programas assistencialistas kibado pelo antigo desgoverno federal e ativo até os dias de hoje, pelo menos por enquanto. O programa original foi criado em 2000 pelo o então presidente da República Federativa das Bananas e ímprobo criador do apagão, Fernando "galinha" Cardoso, tendo seu remake feito apenas três anos depois, pelo CEO mensalista Louis "9Fingers" from Silva. O programa é conhecido por apenas prometer luz sob a bandeira tarifária vermelha a famílias mais carentes do campo e levar luz a invasões territoriais rurais ou urbanas feitas por membros do sem terras e congeneres.

Histórico[editar]

Fonte de energia mais próxima da Acrelândia

O programa foi concebido durante a pior crise energética do século XXI (por enquanto) e foi o atestado de burrice do governo brasileiro, na época sem todo aquele dinheiro, já que a privatização do desgoverno FHC só fez doar bens públicos a iniciativa privada. Na época, aliás o governo ainda teve de arcar com os custos dos leilões, aluguel de espaço e por isso acabou ficando no prejuízo. Voltando ao artigo, na época da criação do programa, o governo quis oferecer o que ele não tinha, neste caso aqui era a energia elétrica, tudo isso com aval dos abestados a ANEEL, agência reguladora que nunca serviu pra porra nenhuma no país.

Resultado do programa: sucesso, dizem os especialistas

O governo montou vários gatos na região mais carente, com um relógio de leitura apenas e solicitando aos moradores das regiões beneficiadas que rachassem o bolo a ser pago na conta de luz. Na época não existiam baitolagens como bandeira tarifária e como os presidentes das companhias energéticas não roubavam tanto quanto hoje, as contas eram bem mais baratas que hoje.

Como o FHC não tinha conseguido eleger aquele defunto palmeirense e extremamente azarado chamado Serra (um derrotado nato) nas eleições de 2002, o molusco conseguiu ganhar a peleja eleitoral daquele ano e então coube a ele o papel de "Latino da política", mudar o nome do programa e chamar de 'seu'.

Passada a crise energética de 2001, o programa passou a oferecer gatos energéticos a outros tipos de pessoas. Grupos de invasores de terrenos públicos e particulares de áreas urbanas passaram a ter prioridade na fila de beneficiados, enquanto outros receberam a "confortante" promessa, como bem fazem os políticos em época eleitoral.

Como funciona[editar]

As companhias energéticas montam pequenos gatos com fios reutilizados no poste mais próximo do local em que se deseja atender e se não houver "poste", vai na rede da casa do indivíduo mais próximo mesmo, e estendem o emaranhado de fios emendados com fita isolante até a aldeia, zona, favela, palafitas ou o diabo a quatro que se deseja atender.

No caso de regiões filhadaputamente distantes, a alguns anos luz do Brasil, como a região do Acre, o governo planeja chegar ainda em 2020, o mais tardar em 2026, pois se trata de um lugar que de tão longínquo a energia sozinha não consegue ir até lá, mesmo utilizando fiação de ótima qualidade. O governo começou a obra de ligação até o acre em 2003, mas apenas 0,3% das obras estão concluídas. Apesar de terem sidos investidos 777 trilhões de reais, apenas R$ 78,99 foram aplicados nas obras, na compra de 1,3m fio usado que será utilizado na obra. Os restante do valor se perdeu pelo caminho.

Veja também[editar]