Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional

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Cquote1.png Por mim, privatizavam a porra toda! Cquote2.png
Brasileiro médio sobre o PROER

O Programa de Desestímulo à Economia e Desestruturação do Sistema Financeiro Nacional, o PROER, foi um programa executado no governo Fernando Henrique Cardoso e que visava a extinção de alguns dos grandes dinossauros bancários brasileiros, como o Nacional, Bamerindus, o Gastãonômico, Mercantil da Paraíba e o Bandeirantes.

A importância do programa para economia brasileira estava no fato dele extinguir grandes seios estatais cheios de leite.
Na imagem de 1987, o Cristão fazia a propaganda do extinto Banerj e o jabá dele foi pago exclusivamente com dinheiro público, um abisurdo, diria o Tiririca na época.

Origens[editar]

Passados um ano da criação do Plano Renal brasileiro, o governo brasileiro descobriu que os bancos do país escondiam bastante sujeira debaixo do tapete (bastante mesmo). Vendo o prometido Bolo Delfim crescer, o então presidente da República precisava de alguém pra dividir aquele saboroso recheio, alguém que não fosse o povo. Para unir o inútil ao desagradável, o presidente da república convocou o do Banco Central para ver em quantos pedaços aquele bolo excessivamente fermentado poderia ser dividido.

Então o presidente do BCB resolveu criar um programa para dar fim aquele monte de nome fantasia — porque de instituição mesmo não tinha nenhuma. Estavam todos falidos — e ao mesmo tempo, colocar outros no lugar, processo este repetido na telefonia, mineração e outras áreas onde o governo federal pôs a mão visando a privatização literal dos serviços prestados.

Consequências[editar]

Na imagem, funcionários do edifício Cospeou Engollè no centro do Rio tampando o nome do banco Nacional depois do vergonhoso acidente de ímola, em 1994. O Nacional só seria vendido ao Unibanco dois anos depois.

A principal herança criado pelo PROER está refletida nos bancos brasil afora. Filas enormes, horário de atendimento ridículo e principalmente a garantia de que nada irá mudar (pra pior).

O cartel solidificado pelo programa foi tão forte que a Crise de 2008 não fez nem cocegas nos bancos brasileiros. Até na crise que o país está vivendo, nunca estas instituições bancárias lucraram tanto.

Já o Estado brasileiro, como sempre, ficou com o ônus, e mesmo tendo evomoralizado as instituições para vendê-los depois, acabou ficando no prejuízo. Como no Brasil a corrupção NADA ACONTECE FEIJOADA, então a trupe envolvida pôde descansar em paz depois de repassar o controle da massa falida a seus amiguinhos.